Chris Meledandri vai supervisionar o renascimento das franquias “Shrek” e “O Gato das Botas”

Reboot de Shrek e o Gato das Botas

Chris Meledandri, o cineasta por trás da franquia “Gru – O Maldisposto” e “Mínimos“, foi incumbido pela Universal Pictures para supervisionar o renascimento das franquias de animação “Shrek” e “O Gato das Botas”.

De acordo com o Variety, Meledandri será o responsável por encontrar novas histórias para reintroduzir o adorável ogre verde e o felino que empunha a espada, para uma nova geração de espetadores. A Comcast, proprietária da Illumination Entertainment e da DreamWorks, pediu-lhe para que os novos filmes sejam mais do que “sequelas”.

Um dos aspetos que o mestre da animação não quer mexer é com as performances vocais. Parte da popularidade de “Shrek” é atribuída a um elenco de voz que incluía Mike Myers como Shrek, Eddie Murphy como Burro e Antonio Banderas como o Gato das Botas, e que gostaria de reunir novamente o elenco original.

“Quando fazes uma retrospectiva dessas performances vocais, elas são incríveis, e mesmo que defendas uma reinvenção completa, encontro-me a responder aos meus sentimentos nostálgicos de querer voltar para essas caraterizações”, explicou Meledandri.

Meledandri parece confiante de que é apenas uma questão de tempo até que os espetadores revisitem o cenário mágico de conto de fadas que tornou os filmes originais tão bons. “Há uma quantidade enorme de diversão nesse universo, mas é uma fasquia alta encontrar uma história que seja verdadeiramente mundial”, disse Meledandri.

As aventuras de “Shrek” foram exploradas em quatro filmes de animação lançados nos cinemas entre 2001 e 2010, que em conjunto renderam nas bilheteiras mundiais receitas a rondar os 3 mil milhões de dólares. Três deles, incluindo o último, “Shrek Para Sempre (2010)”, ainda fazem parte do top dos 20 filmes mais vistos em Portugal desde 2004.

O estúdio decidiu então virar-se para o personagem de Banderas e produziu “O Gato das Botas” (2011). Apesar do sucesso comercial (US$ 554,9 milhões), a aguardada sequela nunca chegou a concretizar-se.

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